HISTÓRIA – Parte 1/3

O início

Em 1979 Hialmar e Márcia d’Haese, recém casados, foram morar em Curitiba e tornaram-se membros da Igreja de Cristianismo Decidido, onde participavam ativamente. Lá, o talento de Márcia e de outros jovens idealistas deram origem a um ministério que pretendia levar às crianças brasileiras uma alternativa aos programas de televisão e produtos infantis existentes naquela época, já que, para o segmento infantil, havia falta de material cristão nacional de qualidade. Este trabalho foi crescendo e se tornou pessoa jurídica com o nome ARVICRIS – ARTES VISUAIS CRISTÃS.

Márcia já desenhava uma formiguinha desde 1974, aqui e ali, em seus textos, dedicatórias, cartazes, algumas publicações da Rádio Transmundial, Sepal, e pequenos trabalhos de ilustração. Histórica e psicologicamente, diríamos que o Smilingüido teve sua forma original na experiência pessoal da infância da Márcia, envolvendo a morte de sua vovó que lhe falava de Jesus, um conto de fadas que a consolava dessa perda, (A Formiguinha e a Neve) e a amizade de um rapaz que tinha o apelido de “Formiguinha”.

O desenho veio assim, intuitivamente, com suas formas redondinhas. Foi então na ARVICRIS, que esse desenho foi escolhido para que, em 1980, Carlos Tadeu Grzybowski, o Catito, co-autor do Smilingüido, pudesse escrever as primeiras oito histórias onde o desenho ganhou contexto, transformando-o em um personagem propriamente dito. O personagem passou a atuar em audiovisuais, tirinhas, chaveiros, marca páginas, estampas, cartões, e uma série de produtos. ARVICRIS trabalhou ministerialmente e comercialmente com o personagem Smilingüido durante dez anos. (1980 a 1990).

O sonho

Na década de 90, Dieter Fuchs e Hialmar d´Haese decidiram que ARVICRIS, forte em criação, poderia melhor produzir um filme em parceria com a EDITORA LUZ E VIDA, editora bem estruturada na distribuição de literatura cristã. A união previa compromissos de ambas as partes: ARVICRIS entraria com o patrimônio já adquirido, o personagem, e todo o trabalho de criação. LUZ E VIDA, na pessoa do seu gerente, Samuel Eberle, ofereceria as instalações, equipamentos e demais recursos financeiros, fazendo a distribuição dos produtos. Isso foi decidido em reunião de diretoria da ASSOCIAÇÃO DAS IGREJAS DE CRISTIANISMO DECIDIDO, em meados de 89, 90.

Hialmar foi admitido como editor, como já vinha sendo na ARVICRIS, Dieter Fuchs foi o responsável pela execução do filme e Márcia d’Haese dirigia a criação de tudo o que fosse feito com o Smilingüido: criou o roteiro e remodelou visualmente toda a turminha para o filme Moda Amarela.

Hialmar, Dieter, Márcia, Samuel e uma equipe unida e alegre, trabalharam com dedicação para realizar o sonho da ARVICRIS, em união com a editora LUZ E VIDA.

Muitos sacrifícios ainda foram feitos para a aquisição dos equipamentos, para se obter recursos que ainda não existiam. Inspirados pelo sonho, o casal contribuiu com os recursos de que dispunha, também materialmente, e treinando pessoas para esse fim.

Dois anos se passaram na formação dessa estrutura. A produção de material gráfico ajudou, e quatro anos foram gastos para o filme nascer. Em 1996, ‘Moda Amarela’ estava finalizado.

Continua:


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