
Júlia, quando ainda era pequena, foi adotada pelos pais da
Meg, que nasceu 8 anos depois.
Quando foi adotada, Júlia começou a usar óculos e passou a ver o mundo de outra forma.
Ela gosta muito de estudar e se interessa pela natureza das coisas...
...isso parece fazer parte de sua personalidade, mas no fundo sinaliza o quanto desta busca é a necessidade pelo conhecimento de sua própria origem.
Nome: Júlia
Idade: 16 anos
Hobby: visitar museus e bibliotecas
Gosta: aprender sempre coisas novas.
Não gosta: bailes, festas, multidões.
Melhor amigo: Um livro.
DEPOIMENTOS:
Mig: “Ela é bem legal, sempre conta uma história quando vou lá na casa da
Meg.”
Meg: “Foi ela que me ensinou a tocar o bife, no piano. E quando eu era menor, fazia sempre desenhos de nós duas juntas.”
Tom: “A Meg sempre leva
cafezinho, bolachas pra ela. Não entendo porque ela torce o nariz...”
Pati: “Menina, você tá precisando dar uma renovada no visual, pescou? Tem uns tipos de óculos bem
massinhas, até lentes, sabe?”
Mãe da Júlia: “Você é minha filhinha do coração. Tenho a maior alegria em ser sua mãe!”
Pai da Júlia: “Essa menina vai longe. Tem sido uma ótima aluna, e nem eu tirava notas tão altas na escola.”
Márcia (autora): “Júlia é uma espécie de homenagem. Ela surgiu para expressar minha admiração pelas pessoas que podem contar tantas histórias de
adoção, histórias que enchem a vida de esperança.
A Júlia abre muitas oportunidades para trabalharmos questões familiares nas histórias.
Temos também uma amiga que gosta muito de ler, que se chama
Júlia. Ela mora em outra cidade, não a encontramos faz tempo, mas ela faz parte da nossa história. Saudades da
Júlia".